Me sinto nu quando escrevo, minhas palavras me revelam mais do que perder as minhas roupas.
Aceito os olhares que me julgam, mas espero uma mão para me salvar, apenas uma alma que me entenda.
Cada palavra que foge por minha boca é um refugiado da minha guerra, mas outras tantas morrem sem voz...
E o meu único equilibrio é o eterno conflito entre o selvagem e o sensível dentro de mim.
O sofrimento existe.
Sua cura é sua luta. Ou talvez a embriaguês de ignorá-lo...
quinta-feira, junho 19
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